Disciplinas

DISCIPLINA: Metodologia da Pesquisa Cientifica

EMENTA

O lugar da pesquisa no processo de construção do conhecimento científico e os fundamentos epistemológicos da investigação no campo da educação, bem como, apresenta e aprofunda os processos metodológicos para a construção de projetos de pesquisas e ações na escola, particularmente no ensino fundamental. Abordagem da a pesquisa científica como fruto do cotidiano do profissional docente que se traduz num processo complexo, como forma de observar atentamente o universo circundante, resgatando metodologicamente questões relativas aos macro e micro fenômenos, discutindo as
possibilidades cognitivas, estéticas e éticas, num constante diálogo criativo e que resulte em novas práticas docentes que possam ser aplicadas na ensino fundamental público. Normas técnicas de redação e avaliações de monografias, dissertações de mestrado e teses de doutorado.

BIBLIOGRAFIA

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DISCIPLINA: ENSINO: TEORIAS DA APRENDIZAGEM E A INCLUSÃO

EMENTA
Inclusão, práticas docentes e educação inclusiva. Neurociência, educação, teorias de aprendizagem e a teoria histórico-cultural de Vigotski. Escola, educação inclusiva e a escola para todos: desenvolvimento humano, aprendizagem e práticas docentes. Medicalização da educação e direitos humanos: as políticas públicas para o ensino fundamental.

BIBLIOGRAFIA
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INTERDISCIPLINARIDADE NA FORMAÇÃO DOCENTE

A interdisciplinaridade e as experiências de formação do profissional do Ensino Fundamental para atuar em diferentes contextos de educação formal e não formal. A relação entre currículo e construção da identidade profissional do pesquisador, do fazer e saber ser interdisciplinar. As questões político sociais e a promoção de ações de mudança, na busca da igualdade de oportunidade dos saberes. Investiga as contribuições da interdisciplinaridade científica, curricular e didática na formação do professor pesquisador no ensino fundamental.
Atitude inovadora de organização dos saberes, visando o compromisso político e social do ensino na escola pública.

FAZENDA, I. Educação no Brasil – Anos 60: O pacto do silêncio. São Paulo: Loyola, 2004.
FAZENDA, I.C.A. Integração e interdisciplinaridade no ensino brasileiro efetividade ou ideologia. 5ª ed. São Paulo: Loyola, 2001.
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__________. Dicionário em Construção: Interdisciplinaridade. São Paulo: Cortez, 2001.
__________; SEVERINO, A J (Orgs.). Formação Docente: Rupturas e possibilidades. São
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Comunicação pessoal, maio de 2006.
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SOMMERMAN, A. Inter ou Transdisciplinaridade? Da fragmentação disciplinar ao novo diálogo entre os saberes. Coleção Questões Fundamentais da Educação. Revista E Curriculum.v.1. n.2. São Paulo: Paulus, junho de 2006.
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VEIGA-NETO, A. Cultura e currículo. Revista Contrapontos. Vale do Itajaí: Universidade do Vale do Itajaí. Ano 2, n.4, jan/abr, 2002

TÓPICOS DE MATEMÁTICA: UMA ABORDAGEM INTERDISCIPLINAR
O desenvolvimento dos conceitos matemáticos no Ensino Fundamental. Articulações em seus diversos campos: Geometria, Grandezas e Medidas, Números e Operações,Tratamento da Informação: a busca de diálogos entre esses saberes a partir de uma abordagem interdisciplinar. Os conceitos matemáticos e as implicações pedagógicas interdisciplinares – teoria e prática; a linguagem escrita nos encontros matemáticos; lúdico e o raciocínio lógico matemático e seus impactos no ensino fundamental.

MARIA MARCIA MARIANI GUIRARDI, THIAGO SIMAO GOMES, ALVARO LUIZ DIOGO REIGADA ALVES, A. O sentido do ato de perguntar em matemática: uma investigação interdisciplinar. Dissertação de Mestrado. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 2004.
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Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática. Brasília:
Ministério da Educação/Secretaria da Educação Fundamental. 1998.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental.
Parâmetros Curriculares Nacionais (1ª a 4ª Série):
Matemática. Brasília: MEC-SEF, 1997.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental.
Parâmetros Curriculares Nacionais Educação Infantil.
Brasília: MEC-SEF, 1997.
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Valle, R.; UNBEHAUM, S. . A contribuição da educação infantil de qualidade e seus impactos no início do ensino fundamental. Educação e Pesquisa (USP. Impresso), v. 37, p. 15-33, 2011.
CAMPOS, M. M. M.; ESPOSITO, Y. L.; BHERING, E. M. B.; GIMENES, N.; ABUCHAIM, B..
A qualidade da educação infantil: um estudo em seis capitais brasileiras. Cadernos de Pesquisa (Fundação Carlos Chagas. Impresso), v. 41, p. 20-54, 2011.
CHEVALLARD, Y. et all. Estudar Matemáticas. O elo perdido entre o ensino e a
aprendizagem. Artmed Editora Ltda, Porto Alegre, 2001DAMBRÓSIO, U. Etnomatemática. Arte ou técnica de explicar e conhecer, São Paulo: Ed.
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FAZENDA, I (org.). O que é interdisciplinaridade? São Paulo: Cortez, 2008.
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Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores. Projetos e práticas de formação de professores. Universidade Estadual Paulista: UNESP, 2007.
ROCHA, M. L. Formação e Prática Docente. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2001.
SANTOS, S. Explorações da linguagem escrita nas aulas de Matemática. In: Nacarato, A M.;
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STOCCO, K. C. S. Ler, escrever e resolver problemas: habilidades básicas para aprender Matemática. Porto Alegre, Artmed, 2001.
THOMAZINI, C; SILVA, E I; CREPALDI, F; MACEDO, J A; SCARP, M M. Matemática no Ensino Fundamental: reflexões sobre essa prática. In: IX Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores. Projetos e práticas de formação de professores. Universidade Estadual Paulista: UNESP, 2007.
Dissertações, teses e artigos diversos na área de Educação Matemática que versem sobre atividades dos diversos campos de Matemática da Escola Básica.

AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM ESCRITA,DA LEITURA E SUAS RELAÇÕES COM A ALFABETIZAÇÃO E OS MULTILETRAMENTOS

O processo de aquisição da linguagem e suas relações. Fundamentos para a compreensão do sistema de escrita alfabética e domínio da linguagem escrita no Ensino Fundamental. As diferentes abordagens de ensino da língua; A leitura e a compreensão; Avaliação da leitura e das habilidades fonológicas. Relações entre habilidades de leitura e letramento.

ADAMS, M J, FOORMAN, B; LUNCBERG, I; BÉELER, T. Consciênciaológica em crianças pequenas. Porto Alegre: Artmed, 2006, 215p.
BAKHTIN, M. Os gêneros do discurso. In: Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes; 1992.
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CAPOVILA, A; CAPOVILLA, F. Problemas de leitura e escrita: Como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica.São Paulo, SP: Memnon-Fapesp. 2000.
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COSTA, A; KUSNER, R; MOOJEN, S. Ditado balanceado para o segundo semestre da alfabetização. 2002. (não publicado)
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DOLZ, J. & Schneuwly, B. Gêneros e progressão em expressão oral e escrita. Tradução:Roxane H. R. Rojo,2004.
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Avaliação dos problemas de leitura: Os novos modelos teóricos e suas implicações diagnósticas. Porto Alegre: Artes Médicas; 1997.
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PERFETTI, C. Reading ability. New York: Oxford University of Press,1985.
SOARES, M. Letramento e alfabetização: as muitas facetas. Universidade Federal de Minas Gerais, Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita.

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM
O LÚDICO NO ENSINO FUNDAMENTAL

O papel do jogo de regras e da brincadeira no ensino fundamental. Estudo do
comportamento de brincar, do seu significado histórico e cultural e da sua função como estratégia de compreensão da realidade social, de práticas comunicativas e expressivas.
Brincar: conceituação e suas implicações para a aprendizagem de conceitos, normas e valores sociais. Revisão das teorias contemporâneas sobre o brincar, e sobre o jogo e suas implicações para o processo de ensino aprendizagem. As características dos brinquedos e o lugar do brincar nos espaços da educação. Análise e avaliação de brinquedos e brincadeiras, organização e funcionamento de brinquedotecas e espaços lúdicos para a relação ensino
aprendizagem. A evolução das formas de brincar em suas implicações e aplicações às práticas inovadoras no ensino fundamental.

BOMTEMPO, E. Brincar, fantasiar, criar e aprender. In: V. B. Oliveira (Org.). O Brincar e a Criança do Nascimento aos Seis Anos .12.ed. Petrópoles, 2010.
BOMTEMPO, E.; ANTUNHA, E.; OLIVEIRA, V.B. (Orgs.). Brincando na Escola, no Hospital, na Rua… Rio de Janeiro: Wak, 2006.
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DEVRIES, R e ZAN, B. A ética na educação infantil: ambiente sócio-moral na escola. Porto Alegre: Artmed, 1998.
HUIZINGA, J, Homo Ludens: o jogo como elemento da cultura.São Paulo: EDUSP, 1971.
MOYLES, J.R.; cols. A excelência do brincar. Porto Alegre: Artmed, 2006.
SINGER, D.G. ; SINGER, J.L. Imaginação e jogos na era eletrônica. Porto Alegre: Artmed, 2007.
BROUGÈRE, G. Brinquedo e Companhia. São Paulo: Cortez, 2004.
CARNEIRO, M.A.B. Cócegas, Cambalhotas e Esconderijos: construindo cultura e criando vínculos. São Paulo: Articulação Universidade Escola, 2011.
CONCEIÇÃO, M.R. Fantasia e Realidade: o faz-de-conta e o contexto da criança.
Dissertação de Mestrado no Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, 2010.
JOHNSON, E.J.; CHRISTIE, J.F.; YAWKEY, T.D. (1999) Play and Early Childhood Development. UAS: Addison Wesley Longman, Inc., 1999.
OLIVEIRA, V.B. (Org.). Brinquedoteca: uma visão internacional. Petrópolis, RJ.: Vozes, 2011.
PÈREZ-RAMOS, A.M.Q.; OLIVEIRA, V.B. (Orgs.). Brincar é Saúde: o lúdico como estratégia preventiva. Rio de Janeiro: Walk, 2010.
PIAGET, J. (1932). O juízo moral na criança. Trad. de E. Lenardon. 2.ed. São Paulo: Summus, 1994.
________. A psicologia da criança. Trad. de O.M. Cajado. 5.ed. Rio de Janeiro; Difel, 1978.
SAKAMOTO, C.; BOMTEMPO, E. Brinquedista: reflexões sobre sua função mediadora na abordagem do imaginário infantil. Boletim Academia Paulista de Psicologia, 30(79): 415-423, 2010.
TAKATORI, M. Vamos Brincar? Do ingresso da criança com deficiência física na terapia ocupacional à facilitação da participação social.Tese de Doutorado no Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, 2010.
TAKATORI, M. ; BOMTEMPO, E. The implication of Winnicotts Theory of Play for the work of occupational therapys observation with children with physical disabilities. European Journal of Special Needs Education. 22: 47-61. 2007.
VYGOTSKY, L.S. A formação social de mente. SP: Martins Fontes, 1989.

RECURSOS TECNOLÓGICOS
INTERDISCIPLINARES NO ENSINO
APRENDIZAGEM

Os processos de ensinar e aprender e a utilização de tecnologias da informação e comunicação: gestão e mediação de processos educacionais. Técnicas de utilização dos recursos tecnológicos disponíveis e a aprendizagem significativa, crítica e eficaz: avaliação crítica. Recursos tecnológicos compreendidos, essencialmente, como recursos multimídias: imagens, gráficos, áudio, textos e ambientes virtuais de aprendizagem. Os avanços
tecnológicos que propiciaram a criação das TIC e sua utilização ética e racional como instrumento facilitador do trabalho educativo escolar. O uso das diferentes mídias e suas linguagens, das tecnologias emergentes e suas possibilidades no processo de educar.

COOL, C. Psicologia da educação virtual: aprender e ensinar com as tecnologias da informação e da comunicação. Porto Alegre: Artmed, 2010.
FREIRE, F M P; PRADO, M E B B. O computador em sala de aula: articulando saberes.
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http://www.nied.unicamp.br/oea/pub/livro2/index.html, acesso em 18/04/2014.
KAWAMURA, L. Novas tecnologias e educação. São Paulo: Ática, 2001.
KENSKY, V. M. Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação. Campinas: Papirus,2010.
LÉVY, P. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. São Paulo: Editora 34, 1993.
MORAN, J M; ALMEIDA, B., M E. Integração das Tecnologias na Educação. Salto para o Futuro. Brasília: Ministério da Educação, 2005. BORBA, Márcia de Campos, MORAES, Maria Cristina.
MORAN, J M; MASETO, T M; BEHRENS, M A. Novas tecnologias e mediação pedagógica.
Campinas, SP: Papirus, 2000.
MORAN, J.; MASETTO, M. T.; BEHRENS, M. A. Novas tecnologias e mediação pedagógica. São Paulo: Papirus, 2000.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA. Tecnologias na escola. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/2sf.pdf
SILVEIRA, M S. Recursos Tecnológicos na Ação Docente. IN ENRICONE, D e GRILLO, M (orgs). Educação Superior: vivências e visão de futuro. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2005, p. 141-152.
SANCHO, J M; HERNÁNDEZ, F et.all. Tecnologias para transformar a Educação. Porto Alegre: Artmed, 2006.Litwin, Edith (org). Tecnologia Educacional Política, Histórias e Propostas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
TEDESCO, J C. Educação e novas tecnologias: esperança ou incerteza? São Paulo, Cortez, 2003.
VALENTE, J A (Org.). O computador na sociedade do conhecimento. Coleção Informática na Educação. PROINFO/MEC, 2000.
VIGNERON, J; OLIVEIRA, V B (orgs). Sala de aula e tecnologias. São Bernardo do Campo : UMESP, 2005.

Escola, Ensino Fundamental e Práticas Docentes

Em um formato de Seminários, com a participação de professores das duas Linhas dePesquisa, esta disciplina compreende análise crítica das relações históricas entre escola e ensino, enfatizando as implicações para a prática dos professores, na perspectiva de formação continuada e da melhoria do Ensino Fundamental. Práticas docentes, trabalho docente e suas relações com a organização do trabalho no mundo contemporâneo.Proposição de inovações educacionais, discutindo-as a partir dos referenciais teóricos e práticos das diversas disciplinas do Mestrado e articulando teoria/prática; conteúdo/método;
professor/aluno/conhecimento, sob a ótica da diversidade na sala de aula.

ALARCÃO, Isabel (2003): Professores reflexivos em uma escola reflexiva. São Paulo,Cortez.APPLE, M. . Educação e Poder. Porto Alcgre: Artcs Médicas, 1989.
ANTUNES, C. (2001). Como desenvolver as competências em sala de aula. 3. ed. Petrópolis: Vozes.
ARRUDA, Eucídio Pimenta. Na tessitura das tramas virtuais: entre histórias, tecnologias e aprendizagens. In: FONSECA, Selva Guimarães; GATTI JUNIOR, Décio (orgs). Perspectivas do Ensino de História: Ensino, cidadania e consciência histórica. Uberlândia: EDUFU/faping, 2011. p. 131 153.
ARROYO, M. G. (2000). Ofício de Mestre: imagens e auto-imagens. Petrópolis: Vozes.
BENASSULY, Jussara Sampaio (2002): A formação do professor reflexivo e inventivo, in LINHARES, Célia, e LEAL, Maria Cristina (orgs.): Formação de professores uma crítica à razão e às políticas hegemônicas. Rio de Janeiro, DP&A.
CAPOVILLA, F. (2004). “Avaliação e intervenção metafonológica em distúrbio da linguagem escrita”. Revista Psicopedagogia., v.21, n.64, p.57-68.
CAPOVILLA, A. & CAPOVILLA, F. (2003). “Alfabetização fônica: Construindo competência de leitura e escrita”. Livro do aluno, Volume 1. São Paulo, SP : Scortecci, Fapesp, CNPq, v.1.p.151.
CONTRERAS, José (2002): A autonomia de professores. São Paulo, Cortez.
DUARTE, Newton. A Anatomia do homem é a chave da anatomia do macaco: A dialética em Vigotski e em Marx e a questão do saber objetivo na educação escolar. Educação & Sociedade, Campinas-SP, ano XXI, n. 71, p. 79-115, jul. 2000. Disponível em: . Acesso em: 04 mar. 2014.
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LIBÂNEO, José Carlos (2002): Reflexividade e formação de professores: outra oscilação do pensamento pedagógico brasileiro?, in PIMENTA, Selma Garrido, e GHEDIN, Evandro: Professor reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. São Paulo, Cortez Editora.
PERRENOUD, P. (2000). Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: ArtMed.
PIMENTA, Selma Garrido, e GHEDIN, Evandro (orgs.) (2002): Professor reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. São Paulo, Cortez Editora.
SCHÖN, Donald (2000): Educando o profissional reflexivo: um novo design para o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre, Artes Médicas.
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complexidade”. Pátio, n.27, ano VII, Porto Alegre, p.12-15, ago.-out.

POLÍTICAS PÚBLICAS IMPLEMENTADAS
NO ENSINO FUNDAMENTAL

Políticas Públicas de Educação: concepções e seus processos de formulação,
implementação e avaliação. Políticas Públicas de Educação e Direitos Humanos: dimensões culturais, políticas e educacionais na perspectiva da garantia dos Direitos. Políticas Públicas para o Ensino Fundamental: percurso histórico e implicações para as práticas docentes,bem como a intervenção estatal na garantia do direito à educação.

AFONSO, Almerindo Janela. Políticas Educativas e Avaliação Educacional: Portugal:Universidade do Minho, 1998.
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Avaliação de Políticas Sociais: uma questão em debate. 3.ed.-São Paulo: Cortez: Instituto de Estudos Especiais, 2001.
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BARREIRA, Maria Cecília R. Nobre e CARVALHO, Maria do Carmo Brant de (orgs.)
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BICUDO, Maria Aparecida e SILVA, JUNIOR, Celestino Alves. Formação de Professores e Avaliação educacional. São Paulo: Editora UNESP, 1999.
COUTINHO, Carlos Nelson. O Estado Brasileiro: Gênese, crise, alternativas. In LIMA, Júlio César França; NEVES, Lucia Maria Wanderley. Fundamentos da Educação Escolar do Brasil Contemporâneo. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2006
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WERTHEIN, Jorge; Cunha, Célio da (Orgs.). Investimentos em educação, ciência e tecnologia: o que pensam os economistas Brasília: UNESCO, Instituto Sangari, Ministério da Educação, 2004 WITTMANN, Lauro Carlos, GRACINDO (org.) Regina Vinhaes. Políticas e gestão da educação (1991-1997) / Realização: Associação Nacional de Políticas e Administração da Educação. Brasília : MEC/Inep/Comped, 2001. 149 p-

Enfoques disciplinares e estratégia de
integração no ensino fundamental
Tópicos de Literatura e Artes

Visão de linguagem, uso linguístico e ensino de língua. Os conceitos de linguagem e língua e suas relações entre o uso linguístico e a atividade de produzir textos. Como o contexto (registro e gênero) determina a organização do texto e como o sistema se configura como um conjunto de opções para o falante. O processo de leitura de imagens e as teorias: ensino fundamental, procedimentos de linguagem e relações culturais na interpretação e formação
de significados das imagens. Referenciais teóricos da leitura de imagem e dos aspectos de constituição cultural de significados no campo da arte e sua circulação social. A origem e os aspectos históricos da leitura de imagem: práticas docentes no ensino fundamental. A investigação da linguagem visual em seus aspectos formais, conceituais e de procedimentos.
As etapas do desenvolvimento estético e suas implicações para o processo do ensino visual.

ANTUNES, I. Aula de português. Encontro & interação. São Paulo: Parábola, 2003.
BRAIT, B. (Org.) Literatura e outras linguagens. São Paulo: Contexto, 2010.
BAKHTIN, M. Marxismo e filosofia da linguagem. Trad. Michel Lahud e Yara F. Vieira. 10. ed. São Paulo: Hucitec, 2002.
BENTES, A.C. Linguística textual. IN: MUSSALIN, F.; BENTES, A.C. Introdução à linguística: domínios e fronteiras. São Paulo: Cortez, 2007. p.245-285.
ECO, U. Interpretação e superinterpretação. São Paulo: Martins Fontes, 1993.
______________. Lector in fabula. São Paulo: Perspectiva, 1986.
______________.Obra Aberta. São Paulo: Perspectiva, 2001.
______________. Os limites da interpretação. São Paulo: Perspectiva, 2008.
ISER, W. O ato da leitura: uma teoria do efeito estético. Vol. 2. São Paulo: Ed. 34, 1999 (coleção Teoria).
KOCK, I.V.; ELIAS, V.M. Ler e compreender os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2010.
KOCK, I.V. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto, 2010.
LEFFA, V. J. Fatores da Compreensão Na Leitura. Cadernos do IL, Porto Alegre, v.15, n.15, p.143-159, 1996. Disponível em:www.leffa.pro.br/textos/trabalhos/fatores.pdf
NEVES, M.H.M. Ensino de língua e vivência de linguagem. Temas em confronto. São Paulo: Contexto, 2010.
NEVES, M.H.M. Gramática de usos do português. São Paulo: Ed. UNESP, 2000.
NEVES, M.H.M. Que gramática estudar na escola? São Paulo: Contexto, 2003.
ARNHEIM, R. Arte e percepção visual: uma psicologia da visão criadora. SP: THOMSONPIONEIRA, 1998.
BARBOSA, A M. A imagem no ensino da arte. São Paulo: Perspectiva, 2001.
_________.(org). Arte Educação Contemporânea- Consonâncias Internacionais. São Paulo, Cortez, 2005.
BERGER. Modos de ver. Barcelona: Gustavo Gili, 2000.
BOSI. Reflexões sobre a Arte. SP: Ática, 2000.
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Secretaria de Educação. Parâmetro Curricular Nacional para Ensino Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1997.
BUORO, A. O olhar em construção. Petrópolis: Cortez, 1996.
__________ Olhos que pintam. Petrópolis: Cortez, 2002.
DEWEY. Arte como experiência. SP: Martins Cultural, 2010

DONDIS, Donis A. Sintaxe da Linguagem Visual. São Paulo; Martins Fontes, 1991.
HOUSEN, A. Validating a Meaure of aesthetic; development for museums and schools. 1 lvs Review, Massachusets College of Art, V.2, n.2, p.213-237,1992. Disponível em:http://www.vue.org /documents/validating.html, acesso em agosto de 2010.
IAVELBERG e ARSLAN. Ensino de Arte. São Paulo: Thomson, 2006.
MANGUEL, A. Lendo imagens. São Paulo: Cia das Letras, 2009.
NUNES. As imagens que invadem a sala de aula. Ideias e Letras, 2010.
OSTROWER, F. Criatividade e processos de criação. SP: Vozes, 2009.
PARSONS, M. J. Compreender a Arte. Lisboa: Presença, 2002
ROSSI, M H. Imagens que falam. SP: Mediação, 2006.
SANTAELLA. Leitura de imagens. SP: Melhoramentos, 2012.

Enfoques disciplinares e estratégia de
integração no ensino fundamental: Tópicos
de Geografia e História

Racionalidade histórica e geográfica: práticas docentes e compromisso social. A relação entre ciência, cultura e trabalho na produção do espaço geográfico. A história social, econômica e cultural: dimensões locais, regionais, nacionais e internacionais. As categorias geográficas como base para análise espacial. História cotidiana dos moradores da Região Metropolitana da Baixada Santista, conhecimento científico e interdisciplinaridade.

BITTENCOURT, Circe. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2008.
CASTROGIOVANNI, Antônio Carlos (org). Ensino de Geografia: Práticas e textualizações no cotidiano. 2 ed. Porto Alegre: Mediação, 2000.
CARLOS, Ana Fani Alessandri; OLIVEIRA, Ariovaldo Umbelino de. (orgs). Reformas no mundo da educação: Parâmetros Curriculares e Geografia. São Paulo: Contexto, 2009 CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia e práticas de ensino. Goiânia: Alternativa, 2002.
CHOPPIN, Alain. Les Manuels Scolaires: Historie et actualité. Paris, Hachette Education, 2002.
DEMO, Pedro. Educar pela Pesquisa. 8 ed. Campinas: Autores Associados, 2006.
MORIN, Edgar. Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro. 2 ed. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNESCO, 2000.
—————— A cabeça bem feita: Repensar a reforma, reformar o pensamento. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2002.
NIKITIUK, Sônia L. (Org.) Repensando o ensino de História. 8 ed. São Paulo: Cortez, 2012.
PINSKY, Carla B. O historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto, 2009.
TUAN, Yi-fu. Espaço e Lugar. São Paulo: Difel, 2003.

TENDÊNCIAS CONTEMPORÂNEAS DE
APRENDIZAGEM

O processo ensino-aprendizagem e as tendências contemporâneas de aprendizagem.
Relação entre ensino e formação de conceitos. Aprendizagem mecânica e a aprendizagem significativa no Ensino Fundamental. Importância do conhecimento prévio para a aprendizagem e a explicação dos processos para relacionar na estrutura cognitiva do aluno o conhecimento de mundo e o novo material a ser aprendido com significado e significância.
Construção humana por meio da aprendizagem e princípios norteadores das tendências contemporâneas. Aprendizagem significativa e o uso de mapas conceituais no planejar e organizar o ensino.

AUSUBEL, D. P. A aprendizagem significativa: a teoria de David Ausubel. São Paulo: Moraes, 1982.
MINGUET, P. A. (Org.) A construção do conhecimento na educação. Porto Alegre: Artmed, 1998.
MOREIRA, M A. Aprendizagem significativa. Brasília: Ed. da UnB, 1998.
MOREIRA, M. A. e MASSINI, E. F. S. Aprendizagem significativa: a teoria de David Ausubel.
São Paulo: Moraes, 1982. NOVAk, D.J. e GOWIN, D. B. Aprendendo a Aprender. Barcelona: Martinez Roca,1988.
NOVAK, J. D.; GOWIN, D. B. Teoria y practica de la educación. 1988.
PIAGET, J. O diálogo com a criança e o desenvolvimento do raciocínio. São Paulo: Scipione, 1997.
POZO, J. I. Aprendizes e mestres. A nova cultura da aprendizagem. Trad. Ernani Rosa. Porto Alegre. Art Méd editora, 2002.SALVADOR, C C (org.). Psicologia do Ensino. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.

AVALIAÇÃO E AS PRÁTICAS
INTERDISCIPLINARES NO ENSINO
FUNDAMENTAL

A avaliação no processo ensino-aprendizagem: fundamentos e conceitos. A avaliação de diferentes contextos. Possibilidades colaborativas de profissionais/ pesquisadores com vistas à construção de espaços de produção científica sobre as práticas avaliativas, materiais lúdicos, didáticos e pedagógicos desenvolvidos no ensino fundamental. Avaliação e práticas
docentes interdisciplinares no Ensino Fundamental: pensamento crítico e diversidade dos saberes.

ABRECHT, R. Avaliação Formativa. Edições Asa. Portugal: Rio Tinto, 1994.
ALMEIDA, J.A. Avaliação Educacional em Debate: experiências no Brasil e na França. São Paulo: Cortez Editora, 2005.
CAPPELLETTI, I. F. Avaliação da Aprendizagem: discussão de caminhos.
Editora Articulação Universidade/Escola. São Paulo, 2008.
CAPELLETTI, I. F. Avaliação e Currículo: políticas e projetos. São Paulo: Ed.
Articulação Universidade/Escola, 2010.
CAPPELLETTI, I. F. Avaliação Educacional: Fundamentos e Práticas. Editora Articulação Universidade/Escola. São Paulo, 2001.
CAMPOS, M. M. M.; BHERING, E. M. B.; ESPOSITO, Y.; GIMENES, N.; ABUCHAIM, B.; Valle, R.; UNBEHAUM, S. . A contribuição da
educação infantil de qualidade e seus impactos no início do ensino fundamental. Educação e Pesquisa (USP. Impresso), v. 37, p. 15-33, 2011.
CAMPOS, M. M. M.; ESPOSITO, Y. L.; BHERING, E. M. B.; GIMENES, N.; ABUCHAIM, B..
A qualidade da educação infantil: um estudo em seis capitais brasileiras. Cadernos de Pesquisa (Fundação Carlos Chagas. Impresso), v. 41, p.
20-54, 2011.
FAZENDA, I.C.A. et al. Avaliação e Interdisciplinaridade. Revista Internacional dHumanitats.CEMOrOc-Feusp / Univ. Autónoma de Barcelona. 17 set.- dez. 2009.FAZENDA, I (org.). O que é interdisciplinaridade? São Paulo: Cortez, 2008.
FERNANDES, Domingos. Avaliar para aprender: fundamentos, práticas e políticas. São Paulo: Editora UNESP, 2009.
HOFFMAN, J. Avaliação Mediadora: Uma Pratica da Construção da Pré-escola a Universidade. 17. ed. Porto Alegre: Mediação, 2008.
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PERRENOUD, P. e THURLER, M. G. As Competências para ensinar no século XXI: a formação dos professores e o desafio da avaliação. Porto Alegre: Artmed, 2007.

Enfoques disciplinares e estratégia de
integração no ensino fundamental: Tópicos
de Ciência, Matemática e Educação Física

O desenvolvimento das Ciências Naturais, da Matemática e da Educação Física no Ensino Fundamental. Matemática: processo de problematizarão de situações sucedidas das práticas docentes com ênfase sobre a natureza do conhecimento matemático. Educação Física: importância de conhecer o próprio corpo e dele cuidar, valorizando e adotando hábitos saudáveis como um dos aspectos básicos da qualidade de vida e agindo com responsabilidade em relação à sua saúde e à saúde coletiva. Práticas docentes e interdisciplinaridade: relações sociais no âmbito da vida, do Universo, do ambiente e dos equipamentos tecnológicos. Ciências Naturais: identificar o ser humano como participante ativo no meio ambiente, e como agente transformador, identificando seus elementos e suas interações. Mostrar a importância do corpo humano, da sua saúde e da saúde coletiva, assim
como, os aspectos básicos para manter sua qualidade de vida.

AMERICAN ASSOCIATION FOR THE ADVANCEMENT OF SCIENCE. Benchmarks for science literacy. Nova York: Oxford University Press, 1993.
CARVALHO, A. M. P. e GIL PÉRES, D. Formação de professores de Ciências: tendências e inovações. São Paulo: Cortez, 2000 CHASSOT, A. A ciência através dos tempos. São Paulo: Moderna, 2007.
De VILLIERS, M D. Papel e funções da demonstração no trabalho com o Sketchpad. In: Educação e matemática. Lisboa, APM, nº 62, março/abril de 2001.
GILBERT, J. K.; OSBORNE, R. J. e FENSHAM, P. J. Childrens science and its
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KRASILCHICK, M. O professor e o currículo das ciências. São Paulo: Ed. Pedagógica e Universitária/Edusp, 2004.
KRASILCHICK, M. O professor e o currículo das ciências. São Paulo: Ed. Pedagógica e Universitária/Edusp, 2004.
KUHN, T. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 2006.
MENDES, J R.; GRANDO, R C. Múltiplos Olhares: matemática e produção de conhecimento.
São Paulo: Musa, 2007 MONTEIRO, A; NACARATO, A M. As relações entre saberes cotidiano e escolar presentes nos Parâmetros Curriculares Nacionais de Matemática. Pro- Posições, FE/Unicamp, Campinas,SP, v.16, n. 3(48), set./dez 2005 MORTIMER, E. F. Conceptual change or conceptual profile change? Science & Education, v.4. Nova Zelândia: 1995.
OSBORNE, J. F. Beyond constructivism. Science Education, v. 80, n. 1. 1996.
PIRES, C M C. Currículos de matemática: da organização linear à ideia de rede. São Paulo:FTD, 2000.
POZO, J. I. (Org.) A solução de problemas nas ciências da natureza. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001.
SMANN, H. (Org.). Didática das ciências naturais: contribuições e reflexões. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.
ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas, 2010

Seminário de Pesquisa II
Mestrado

Atividades voltadas para a discussão teórico-metodológicos sobre o desenvolvimento das dissertações em elaboração nas linhas, com ênfase nos percursos metodológicos de investigação e de análise de dados.

BURKE, P. História social do conhecimento. Rio de Janeiro. Zahar, 2003.
CARVALHO, M C M. de (org). Construindo o saber: técnica de metodologia científica. São Paulo: Papirus , 2002.
ECO, H. Como se faz uma tese. São Paulo, Perspectiva, 1988.
KOCHE, J C. Fundamentos da Metodologia Científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. Petrópolis: Vozes, 2010.
LAKATOS, E M, MARCONI, M A. Metodologia Científica. 3 edição. São Paulo: Atlas, 2000.
SANTOS, M. Espaço e método. SP: Nobel 1985.
SEVERINO, A J Metodologia do trabalho científico: diretrizes para o trabalho didáticocientífico na Universidade. São Paulo, Cortez, 1980.

Seminário de Pesquisa III

Atividades voltadas para a discussão teórico-metodológicos sobre o desenvolvimento das dissertações em elaboração nas linhas, com ênfase no produto a ser apresentado juntamente com o texto final da Dissertação.

BURKE, P. História social do conhecimento. Rio de Janeiro. Zahar, 2003.
CARVALHO, M C M. de (org). Construindo o saber: técnica de metodologia científica. São Paulo: Papirus , 2002.
ECO, H. Como se faz uma tese. São Paulo, Perspectiva, 1988.
KOCHE, J C. Fundamentos da Metodologia Científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. Petrópolis: Vozes, 2010.
LAKATOS, E M, MARCONI, M A. Metodologia Científica. 3 edição. São Paulo: Atlas, 2000.
SANTOS, M. Espaço e método. SP: Nobel 1985.
SEVERINO, A J Metodologia do trabalho científico: diretrizes para o trabalho didáticocientífico na Universidade. São Paulo, Cortez, 1980.

Corporeidade: O Corpo vai à Escola

As pressões sociais, culturais e econômicas sobre o corpo e a saúde em jovens e suas relações com os diversos componentes curriculares e atores sociais que interveem no seio da Educação Básica. A adolescência e a vulnerabilidade perante às pressões sociais sobre o corpo e suas utilizações mediadas pela cultura. A cultura corporal de movimento, a construção da autoimagem do humano. Os fenômenos da cultura corporal e as possibilidades de criação de projetos de intervenção, em especial as transdisciplinares, que
ofereçam subsídios para a conquista da emancipação social e corporal do educando.

BEHAR, R; MOLINARI, D. Dismorfia muscular, imagen corporal y conductas alimentarias em dos poblaciones masculinas. Rev. méd. Chile, Santiago, v. 138, n. 11, nov. 2010 . Disponibleem<http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext pid=S003498872010001200007&lng=es&nrm=iso>. accedido en 06 mayo 2012. doi:
10.4067/S0034-98872010001200007.
CARREIRA FILHO, D.; DUNKER, K. L. L.; BONAR FERNANCES, C. P. Influência do nível socioeconômico sobre comportamentos de risco para
transtornos alimentares em adolescentes. J Bras Psiquiatr., São Paulo, v. 58, n. 3, p. 156-161, 2009. ISSN 0047-2085.
CARREIRA FILHO, D.; MARTINS FILHO, J. Prevalência do uso de substâncias químicas entre adolescentes, com finalidade de modelagem
corporal. Rev. Bras. Cienc. Esporte, Campinas, v. 27, n. 1, p. 93-111, set 2005. ISSN 0101-3289.
CARVALHO, T. Modificações dietéticas, reposição hídrica, suplementos alimentares e drogas: comprovação de ação ergogênica e potenciais
riscos para a saúde. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, Niteroi, v. 15, n. 3, p. supl 0,mar/abr 2009. ISSN 1517-8692. Disponível em: < >.
CUNHA, T. S. et al. Esteróides anabólicos androgênicos e sua relação com a prática desportiva. Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas,
São Paulo, v. 40, n. 2, p. 165-179, abr/jun 2004. ISSN 1516-9332.
DA SILVA, M. R. S. Doping: consagração ou profanação. Rev. Bras. Ciênc. Esporte,Campinas, v. 27, n. 1, p. 9-22, set 2005. ISSN 2179-443X.
HORTA, N C; SENA, R R. A saúde no cotidiano de jovens residentes em um bairro popular de Belo Horizonte, MG, Brasil. Rev. esc. enferm. USP, São Paulo, v. 45, n. spe2, Dec. 2011 .Available from . access on 02 May 2012.
http://dx.doi.org/10.1590/S0080-62342011000800006.
LIMA, L D; MORAES, C M B; KIRSTEN, V R. Dismorfia muscular e o uso de suplementos ergogênicos em desportistas. Rev Bras Med Esporte, Niterói, v. 16, n. 6, Dec. 2010 . Available from
. access on 02 May 2012.
http://dx.doi.org/10.1590/S1517-86922010000600006.
LONGO, M R.; HAGGARD, P. An implicit body representation underlying human position sense. Proc Natl Acad Sci U S A.

Seminário de Pesquisa I

Atividades voltadas para a discussão teórico-metodológicos sobre o desenvolvimento das dissertações em elaboração nas linhas, com ênfase na discussão sobre os Problemas de Pesquisa.

BURKE, P. História social do conhecimento. Rio de Janeiro. Zahar,
2003.
CARVALHO, M C M. de (org). Construindo o saber: técnica de
metodologia científica. São Paulo: Papirus , 2002.
ECO, H. Como se faz uma tese. São Paulo, Perspectiva, 1988.
KOCHE, J C. Fundamentos da Metodologia Científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. Petrópolis: Vozes, 2010.
LAKATOS, E M, MARCONI, M A. Metodologia Científica. 3 edição. São Paulo: Atlas, 2000.SANTOS, M. Espaço e método. SP: Nobel 1985.
SEVERINO, A J Metodologia do trabalho científico: diretrizes
para o trabalho didático-científico na Universidade. São Paulo, Cortez,
1980